Um pequeno barco chamado Eu

sábado, 17 de janeiro de 2009

...

Que a névoa nos teus olhos não apague a emoção do sentimento.
Que a verdade da paixão não acabe desesperada, perdida no momento.
Vem caminhando suavemente na escuridão e vem até a mim,
o meu coração, gelado por um sofrimento meloso, acabou de me inundar de
medo e aflição.
Não digas que não, não te vás, a solidão é para mim um precipício sem fim
uma fogueira sem calor, apagada, esquecida...
Mas não fiques, se é por piedade parte e vai
que eu continuo a Vida.