Um pequeno barco chamado Eu

domingo, 12 de abril de 2009

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solidão de inevitável desejo, anseio por ti como se de tudo se tratasse.
Sinto-me completa e invisível, inatingível
Apago das saudades as lembranças perdidas,
desenterro as verdades escondidas.
não sei quem sou, não sei quem serei
espero ser alguém melhor do que aquela que sonhei.
Sinto-me incompleta fechada na mentira de mim
não tenho mais forças para lutar.
Quero chorar mas não consigo, não me deixam.
As lágrimas secaram de vez. Saiu para a chuva para fingir que choro,
mas a mentira não engana e a verdade flutua à minha volta.
Entro num mundo só meu. tudo se mexe devagar. o vento sopra por entre as folhas perdidas e sinto-me falhar.Tremo, suspiro, grito, ninguém olha, ninguem vê, ninguem la esta.
Sou eu apenas que existo.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

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Não tenho as respostas feitas, nem as sei de cor.
Não me perguntem o que fazer e como resolver pois eu não sei o que dizer.
Só vivi a minha vida, só sei de mim.
As respostas que guardo foram momentos com que aprendi.
Não me venham com teorias nem com pedidos de resolução,
o máximo que posso fazer é ouvir com o coração.