Quando a Primavera morreu eu era só.
Os meus momentos livres eram passados comigo.
Quando a Primavera morreu, eu fiquei vazia e sem alegria.
Era cedo na tardia noite que desaparecia, a gota de lágrima chuvosa de uma maré baixa ao longe, desceu solitariamente, pela primavera passando pelo verão e caindo no inverno, deixando para trás o Outono.
Quando a Primavera morreu, eu também morri. Cai também solitariamente pelo desalento do meu ser, desapareci no vazio de mim mesma e deixei de lado a vontade de viver.
Fechei os olhos e desvaneci para dentro de algo que não sabia em mim.
No dia em que a Primavera morreu eu também morri.
Uma folha de sonhos dispersos, saudades perdidas, sentimentos achados, e personalidade desconhecida
Um pequeno barco chamado Eu
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Angel's arms
I live life from second to second,
I wait for that moment in time were I can bee free.
Is you that I wait for
And with you I want to be.
A bee fly’s from flour to flour
As you fly in to my heart.
I pray to the all mighty sky
To give me strange, so I can cry.
The turf is that I don’t need you,
The turf I that I don’t care
You’re just a bug in my windshield
A fly in my bed.
I wait for that moment in time were I can bee free.
Is you that I wait for
And with you I want to be.
A bee fly’s from flour to flour
As you fly in to my heart.
I pray to the all mighty sky
To give me strange, so I can cry.
The turf is that I don’t need you,
The turf I that I don’t care
You’re just a bug in my windshield
A fly in my bed.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Caminho de volta
Caminhos abertos guiem-me até casa.
Até aquele canto a que chamo meu.
Caminhos desertos de sons e nada,
levem-me de volta para o lugar onde tudo aconteceu.
Ai tenho uma história, uma memória, um achado, uma pintura, uma escultura, um mosaico
um esboço, um desenho por mim desenhado,
arte por mim criada, arte desconhecida
memórias de uma vida estremecida.
Caminhos vãos, tragam-me a saudade.
Eu choro com lágrimas presentes
as memórias do passado.
Caminhos de pedra tragam a mim as brincadeiras da minha infância
os baloiços onde me sentia a voar para sempre,
as corridas que fazia para o meu futuro, ignorando a beleza desse presente.
Quero voltar para trás, mas isso é impossível, a verdade é apenas uma,
A infância já se foi, o presente passará, o futuro lá me espera
Mas eu quero, na verdade, quero saber já...
Até aquele canto a que chamo meu.
Caminhos desertos de sons e nada,
levem-me de volta para o lugar onde tudo aconteceu.
Ai tenho uma história, uma memória, um achado, uma pintura, uma escultura, um mosaico
um esboço, um desenho por mim desenhado,
arte por mim criada, arte desconhecida
memórias de uma vida estremecida.
Caminhos vãos, tragam-me a saudade.
Eu choro com lágrimas presentes
as memórias do passado.
Caminhos de pedra tragam a mim as brincadeiras da minha infância
os baloiços onde me sentia a voar para sempre,
as corridas que fazia para o meu futuro, ignorando a beleza desse presente.
Quero voltar para trás, mas isso é impossível, a verdade é apenas uma,
A infância já se foi, o presente passará, o futuro lá me espera
Mas eu quero, na verdade, quero saber já...
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Como desejo...
Como anseio por voar, desaparecer,
afundar no mar dos meus mais profundos desejos.
Quero desaparecer, morrer, renascer, quero ser eu sem o ser,
quero ser apenas o meu anseio.
A dor de não de o conseguir é profunda,
o peso sem categoria, a aflição sem controlo.
Tudo parece ruir à minha volta.
Como quero ser aquele desejo, como quero ter aquele medo
e desaparecer naquele sossego.
Quero ser eu sem o ser.
Quero morrer e não morrer, viver e não viver
Mudar tudo a meu desejo.
Vidas infinitas, amores por cumprir, histórias por contar
sou eu quem as segura,
sou eu quem as diz,
Sou eu que as quero sonhar.
afundar no mar dos meus mais profundos desejos.
Quero desaparecer, morrer, renascer, quero ser eu sem o ser,
quero ser apenas o meu anseio.
A dor de não de o conseguir é profunda,
o peso sem categoria, a aflição sem controlo.
Tudo parece ruir à minha volta.
Como quero ser aquele desejo, como quero ter aquele medo
e desaparecer naquele sossego.
Quero ser eu sem o ser.
Quero morrer e não morrer, viver e não viver
Mudar tudo a meu desejo.
Vidas infinitas, amores por cumprir, histórias por contar
sou eu quem as segura,
sou eu quem as diz,
Sou eu que as quero sonhar.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
....
Se eu pudesse voar seria livre por fim.
Nada mais neste mundo poderia ter poder sobre mim.
Ser eu, comigo apenas
nasceria de novo
morreria poema.
A vida mais simples não poderia ser,
mais simples desejo não poderia haver.
Ser livre de mim, de corpo apenas.
Ser alma, espírito, fantasma.
Vaguear, voar, desaparecer
Ser eu sem o ser.
Nada mais neste mundo poderia ter poder sobre mim.
Ser eu, comigo apenas
nasceria de novo
morreria poema.
A vida mais simples não poderia ser,
mais simples desejo não poderia haver.
Ser livre de mim, de corpo apenas.
Ser alma, espírito, fantasma.
Vaguear, voar, desaparecer
Ser eu sem o ser.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
For the Light
I saw you in the shining light,
Looking, smiling, waiting for the darkest night,
Trapped behind your mind’s prison.
I saw you crawling in to my sight.
Wait, envious night, don’t still my love away.
I give you my soul, I give you my hart and beg of you
Or powerful night, don’t keep my love away.
But the night didn’t hear me.
She didn’t care
And I lost you for the moon light
And I lost you for the raising day
Looking, smiling, waiting for the darkest night,
Trapped behind your mind’s prison.
I saw you crawling in to my sight.
Wait, envious night, don’t still my love away.
I give you my soul, I give you my hart and beg of you
Or powerful night, don’t keep my love away.
But the night didn’t hear me.
She didn’t care
And I lost you for the moon light
And I lost you for the raising day
Pertence mutúa
A verdade é que não sei. Nunca me preocupei em saber.
Nunca procurei outro caminho, o meu desejo era morrer.
Morrer nesta vida apenas, e partir para outra melhor,
uma escolhida por mim, à mesma com sofrimento e dor.
Coisas impossíveis diz-me o destino,
coisas sem sentido.
A verdade é que tentei fugir, a serio que sim.
A verdade é que tentei mudar o verdadeiro núcleo de mim.
Mas não consegui. é mais forte que eu, Tentei mata-lo, mas não morreu.
Pertenço-lhe e ele a mim e vai acabar assim. Ficou, permaneceu, tornou-se no meu
Verdadeiro Eu.
Nunca procurei outro caminho, o meu desejo era morrer.
Morrer nesta vida apenas, e partir para outra melhor,
uma escolhida por mim, à mesma com sofrimento e dor.
Coisas impossíveis diz-me o destino,
coisas sem sentido.
A verdade é que tentei fugir, a serio que sim.
A verdade é que tentei mudar o verdadeiro núcleo de mim.
Mas não consegui. é mais forte que eu, Tentei mata-lo, mas não morreu.
Pertenço-lhe e ele a mim e vai acabar assim. Ficou, permaneceu, tornou-se no meu
Verdadeiro Eu.
Sozinha debruçada no Mundo acabei.
Não demorou muito a acabar nem demorou a recomeçar.
Por um segundo apenas estive sozinha e livre, respirei a verdade e
a pureza. Escutei o amor e senti o desprezo. Por um segundo o mundo foi meu.
Na verdade eu queria estar sozinha. Na verdade queria o mundo para mim. Mas não
é possível, não pode ser. Estou destinada a partilhar este mundo com o resto.
Mas tenho o meu mundo, posso escapar para dentro de mim. Mas não posso ficar
para sempre, não me deixam. Eu quero ficar.
Não demorou muito a acabar nem demorou a recomeçar.
Por um segundo apenas estive sozinha e livre, respirei a verdade e
a pureza. Escutei o amor e senti o desprezo. Por um segundo o mundo foi meu.
Na verdade eu queria estar sozinha. Na verdade queria o mundo para mim. Mas não
é possível, não pode ser. Estou destinada a partilhar este mundo com o resto.
Mas tenho o meu mundo, posso escapar para dentro de mim. Mas não posso ficar
para sempre, não me deixam. Eu quero ficar.
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