Quando a Primavera morreu eu era só.
Os meus momentos livres eram passados comigo.
Quando a Primavera morreu, eu fiquei vazia e sem alegria.
Era cedo na tardia noite que desaparecia, a gota de lágrima chuvosa de uma maré baixa ao longe, desceu solitariamente, pela primavera passando pelo verão e caindo no inverno, deixando para trás o Outono.
Quando a Primavera morreu, eu também morri. Cai também solitariamente pelo desalento do meu ser, desapareci no vazio de mim mesma e deixei de lado a vontade de viver.
Fechei os olhos e desvaneci para dentro de algo que não sabia em mim.
No dia em que a Primavera morreu eu também morri.
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