Um pequeno barco chamado Eu

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Pertence mutúa

A verdade é que não sei. Nunca me preocupei em saber.
Nunca procurei outro caminho, o meu desejo era morrer.
Morrer nesta vida apenas, e partir para outra melhor,
uma escolhida por mim, à mesma com sofrimento e dor.
Coisas impossíveis diz-me o destino,
coisas sem sentido.
A verdade é que tentei fugir, a serio que sim.
A verdade é que tentei mudar o verdadeiro núcleo de mim.
Mas não consegui. é mais forte que eu, Tentei mata-lo, mas não morreu.
Pertenço-lhe e ele a mim e vai acabar assim. Ficou, permaneceu, tornou-se no meu
Verdadeiro Eu.

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