Fatídicos momentos esperançosos sem saber de realidades paralelas do meus ser.
Criaturas míticas vingadas sem senão na porta fechada agora pela mão da razão.
Misericórdia implorada por aqueles que não, de um futuro inverso de ao que conhecem falarão.
Pedras no caminho que rolam quando as chutamos.
Destinos perdidos que ignoramos.
Uma folha de sonhos dispersos, saudades perdidas, sentimentos achados, e personalidade desconhecida
Um pequeno barco chamado Eu
terça-feira, 21 de setembro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Não caibo na pele
Quero viver num mundo para além do meu.
Não quero mais ser eu.
Não quero mais ser eu.
Quero acabar, cessar de exixtir. Estou farta de fingir.
Quero desaparecer, Ficar invisível, deixar de ser vista,
quero apenas que eu não mais exista.
Estou farta dos sorrisos e das falsas saudações.
Apenas escondem bofetadas e empurrões.
Falsas amizades, amizades para ficar bem,
apenas imoralidades escondidas,
Estou farta de mim. Acabou. Vivo num corpo que muda sem eu perceber.
Não aguento mais. Não consigo não me conhecer.
Sou feia, horrivel. e o corpo que uso, já não dá comigo.
Estou a perder o amor por mim. e talvez com razão,
se eu já não me amo a mim
será que os outros amarão?
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
TrIsTeS pOeMaS
São realidades paralelas apenas. Mundo que se cruzam sem se misturar.
Os desentendimentos de momentos banais, que jamais passarão de estranhas proezas
de risos fingidos.
Ignorar torna-se cada vez mais pesado, mais moroso.
Lamenta-se ser este a unica acção a tomar.
Mas no fim, ninguem sai vencedor nem vencido,
Independentemente do que alguns possam pensar.
Soubessem eles, os fingidores, a dor de viver no desentendimento.
Compreenderiam melhor, isso é certo, se um dia conhecessem tal escuridão.
Eu ando por meio dela, chamo-lhe minha. É o meu mundo apenas por o ser, mas a realidade que se avizinha, não é apenas minha, mas só eu poderei sofrer.
Risos ignorantes, esses posso eu ignorar bem. Piadas mirabolantes e palavras sufocantes,?! Sim, essas também.
São momentos apenas, e no fim todos passarão,razões apenas, para tristes poemas.
Os desentendimentos de momentos banais, que jamais passarão de estranhas proezas
de risos fingidos.
Ignorar torna-se cada vez mais pesado, mais moroso.
Lamenta-se ser este a unica acção a tomar.
Mas no fim, ninguem sai vencedor nem vencido,
Independentemente do que alguns possam pensar.
Soubessem eles, os fingidores, a dor de viver no desentendimento.
Compreenderiam melhor, isso é certo, se um dia conhecessem tal escuridão.
Eu ando por meio dela, chamo-lhe minha. É o meu mundo apenas por o ser, mas a realidade que se avizinha, não é apenas minha, mas só eu poderei sofrer.
Risos ignorantes, esses posso eu ignorar bem. Piadas mirabolantes e palavras sufocantes,?! Sim, essas também.
São momentos apenas, e no fim todos passarão,razões apenas, para tristes poemas.
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